sábado, 25 de setembro de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
O APERFEIÇOAMENTO SERÁFICO

421;5 Os serafins passam o seu primeiro milênio como observadores não designados, em Sálvington e nos mundos-escola interassociados. O segundo milênio é passado nos
mundos seráficos do circuito de Sálvington. À sua escola central de aperfeiçoamento atualmente presidem os primeiros cem mil serafins de Nébadon e, à frente deles, está o anjo original, ou o primogênito deste universo local.
O primeiro grupo de serafins criado em Nébadon foi treinado por um corpo de mil serafins de Ávalon; subseqüentemente, os nossos anjos aprenderam com os seus próprios companheiros mais experientes. Os Melquisedeques também têm uma grande participação na educação e no aperfeiçoamento de todos os anjos do universo local – serafins, querubins e sanobins.
Ao término desse período de aperfeiçoamento, nos mundos seráficos de Sálvington, os serafins são mobilizados nos grupos e nas unidades convencionais da organização angélica, sendo designados para uma das constelações. Eles não são designados ainda como espíritos ministradores, se bem que estejam bem dentro das fases de
pré-designação do aperfeiçoamento angélico.
Os serafins são iniciados como espíritos de ministração, servindo como observadores nos mais baixos dos mundos evolucionários. Depois dessa experiência, eles retornam aos mundos interassociados da sede central da constelação designada, para começar os seus estudos avançados e preparar-se mais definitivamente para o serviço em algum
sistema local em particular. Após essa educação geral eles avançam, para servir em algum dos sistemas locais. Nos mundos arquitetônicos interligados à capital de algum sistema de Nébadon, os nossos serafins completam o seu aperfeiçoamento e são designados para as missões como espíritos ministradores do tempo.
Uma vez que os serafins sejam assim designados, eles podem percorrer todo o Nébadon, até mesmo Orvônton, por designação. O seu trabalho no universo não tem fronteiras, nem limitações; eles encontram-se intimamente associados às criaturas materiais dos mundos e estão sempre a serviço das ordens menos elevadas de personalidades espirituais, fazendo contato entre esses seres do mundo espiritual e os mortais dos reinos materiais.
Docmento:38
O Livro de Urântia
A EVOLUÇÃO DOS QUERUBINS E SANOBINS

Inúmeras e amplas vias de serviço e de avanço estão abertas para os querubins e os sanobins, levando até a um engrandecimento do status, que pode ainda ser mais ampliado pelo abraço da Ministra Divina. Existem três grandes classes de querubins e de sanobins, no que diz respeito ao potencial evolucionário:
1. Os Candidatos à Ascensão. Estes seres são, por natureza, candidatos ao status seráfico. Os querubins e os sanobins dessa ordem são brilhantes, ainda que não sejam iguais aos serafins, por dom inerente; mas, por aplicação e experiência, é-lhes possível alcançar a plena condição seráfica.
2. Os Querubins de Fase Intermediária. Os querubins e os sanobins não são todos iguais em potencial de ascensão, e são seres inerentemente limitados das criações angélicas. A maior parte deles permanecerá como querubins e sanobins, embora os indivíduos mais dotados possam alcançar a realização de serviços seráficos limitados.
3. Os Querubins Moronciais. Essas “quartas criaturas” das ordens angélicas sempre retêm as suas características quase materiais. Eles continuarão como querubins e sanobins, junto com uma maioria dos seus irmãos da fase intermediária, dependendo da factualização completa do Ser Supremo.
Enquanto o segundo e o terceiro grupos são de algum modo limitados em potencial de crescimento, os candidatos à ascensão podem alcançar as alturas do serviço seráfico universal. Muitos dentre os mais experientes desses querubins são agregados aos guardiães seráficos do destino; e, assim, são colocados na linha direta de avanço até o algum ser mortal e, se o pupilo mortal alcançar a sobrevivência, eles tornam-se elegíveis para avançar até Seráfington e até os sete círculos de realização seráfica; e mesmo até o Paraíso e o Corpo da Finalidade.
Documento 38/09
O Livro de Urântia
domingo, 18 de julho de 2010
AS HOSTES SERÁFICAS

Até onde sabemos, o Espírito Infinito, personalizado na sede central do universo local, propõe-se produzir uniformemente serafins perfeitos, todavia, por alguma razão desconhecida, essa progênie seráfica é muito diversificada. Tal diversidade pode ser o resultado da interposição desconhecida da Deidade experiencial em evolução; se for assim, nós não podemos comprová-lo. Observamos porém que, após se haverem sujeitado aos testes educacionais e à disciplina do aperfeiçoamento, clara e infalivelmente, eles passam a ser classificados nos sete grupos seguintes:
426¶2 1. Serafins Supremos.
426¶3 2. Serafins Superiores.
426¶4 3. Serafins Supervisores.
426¶5 4. Serafins Administradores.
426¶6 5. Ajudantes Planetários.
426¶7 6. Ministros de Transição.
426¶8 7. Serafins do Futuro.
39:0:2 426¶9 Dizer que qualquer serafim é inferior a um anjo de qualquer outro grupo não seria verdadeiro. Contudo, cada anjo é, em princípio, para o seu serviço, limitado pelo grupo da sua classificação original e inerente. Manotia, o meu agregado seráfico no preparo dessa declaração, é um serafim supremo que, no passado, funcionou apenas como serafim supremo. Por diligência e serviço devotado, ele realizou, um por um, todos os sete serviços seráficos, tendo funcionado em quase todos os caminhos de atividades abertos a um serafim; e agora encontra-se designado como comandante conjunto dos serafins de Urântia.
39:0:3 426¶10 Os seres humanos algumas vezes acham difícil compreender que uma faculdade criada para um nível mais elevado de ministração não implica necessariamente a capacidade para funcionar em níveis relativamente mais baixos de serviço. O homem começa a sua vida como uma criança indefesa; cada realização mortal deve, pois, abranger todos os pré-requisitos experienciais; os serafins não têm essa vida pré-adulta – a infância. Eles são, contudo, criaturas experienciais e, pela experiência e por meio de educação complementar, podem aumentar os seus dons divinos e inerentes de aptidão, pela aquisição experiencial de habilidade funcional em um ou mais serviços seráficos.
39:0:4 426¶11 Após haverem sido comissionados, os serafins são designados para as reservas dos seus grupos inerentes. Aqueles que têm o status planetário e de administradores servem, freqüentemente, durante longos períodos na sua classificação original, mas quanto mais alto é o nível da sua função inerente, mais persistentemente os ministros angélicos procuram designações para as ordens mais baixas de serviço no universo. Eles desejam especialmente designações para as reservas dos ajudantes planetários e, se forem bem-sucedidos, entram nas escolas celestes da sede central do Príncipe Planetário de algum mundo evolucionário. E, nelas, começam os estudos das línguas, da história e dos hábitos locais das raças da humanidade. Os serafins devem adquirir conhecimento e ganhar experiência, tanto quanto os seres humanos. Eles não estão muito distantes de vós, em certos atributos de personalidade. E todos eles anseiam por começar de baixo, no nível mais baixo possível da ministração; assim, eles podem almejar chegar ao nível mais elevado possível do destino experiencial.
DOCUMENTO 39
O Livro de Urântia
sábado, 17 de julho de 2010
Anjos - Quem são e como se organizam.

ANJOS - Espírito divino, Arauto, predecessor divino; mensageiro enviado por Deus para entregar sua Palavra a seus filhos. Espíritos assistentes enviados para cuidar dos herdeiros do Cristo – para consolar, proteger, guiar, fortalecer, ensinar, aconselhar e alertar. Coortes de luz a serviço dos seres cristicos, filhos e filhas de Deus, em todo o cosmo. Um ângulo da consciência de Deus – um aspecto de sua própria consciência; um ser criado por Deus a partir de sua própria Presença chamejante para servir a vida na forma. As hostes angélicas constituem uma evolução diferente da humanidade, com a sua individualidade chamejante e a pureza de sua devoção à divindade e aos arcanjos e hierárcas sob cujo comando servem.
Sua função é concentrar, acelerar os atributos de Deus em prol da criação. Ministram as necessidades da humanidade, magnetizando a luz para as auras dos homens, intensificando sentimentos de esperança, fé e caridade, honra, integridade, coragem, verdade e liberdade, misericórdia e justiça e todos os aspectos da clareza cristalina da mente de Deus. Os anjos encarnam e estão entre nós como nossos melhores amigos e ajudantes, mesmo quando nos são totalmente desconhecidos. Como disse o autor de Hebreus “Não deixem de acolher estranhos; pois alguns receberão anjos sem o saber”.
Metaforicamente falando, os anjos são elétrons girando em torno da Presença do Sol, que é Deus. – Elétrons que decidiram pela sua vontade, inata em seu interior, expandir sua consciência em cada plano do ser. Anjos são elétrons que receberam uma carga de luz/ energia/ consciência do Grande Sol Central, para se tornarem eletrodos, Isto é, pilares da Presença ardente de Deus, atuando como “transformadores redutores” da luz inefável, para que seus filhos possam receber alguma esperança, da gloria que virá em meio a noite escura de sua condição cármica na terra.
Os anjos podem assumir a forma humana ou a de varas e cones ou espirais e anéis de energia concentrada, que podem ser liberados para a cura pessoal e planetária, em resposta ao chamado dos seres Cristicos como uma transfusão literal do Corpo e do Sangue do Cristo Cósmico, onde e sempre que houver necessidade. Existem anjos de cura e proteção, amor, consolo e compaixão, anjos atendendo ao ciclo de nascimento e morte, anjos do olho onividente de Deus, que empunham a espada chamejante da verdade, para separar o real do irreal. Existem tipos e ordens de anjos que realizam serviços específicos na hierarquia cósmica, tais como os Serafim, os Querubim e Anjos Deva, que servem com os espíritos da natureza e os elementais do fogo, do ar, da água e da terra.
Os anjos caídos são aqueles que seguiram Lúcifer na grande rebelião, e cuja consciência caiu para níveis inferiores de vibração e percepção.
Existem três ordens angélicas, classificando os anjos dos mais próximos aos mais afastados de Deus ou do poder divino.
Os mais próximos de Deus:
Ordem dos Serafins – a palavra serafim é o plural de seraf. Seraf é uma conjunção de duas palavras do hebreu, Rapha significando cura, e Ser significando guardião. Nenhum ser vivo pode olhar um Serafim pois será imediatamente destruído pela luz que dele emana. São representados com seis asas e quatro cabeças, rodeados por chamas de fogo; possuem poderes de purificação e iluminação. Propagam o principio da vida universal e manifestam a gloria de Deus. São liderados por Justinius. Eles atuam no quarto raio. O raio branco da pureza, cujo mestre é o amado Serapis Bey.
Podemos invocar-lhes os poderes da perfeita caridade divina.
Ordem dos Querubins – Querubim é o plural da palavra hebréia Querub, que significa conhecimento ou "aquele que intercede". São os segundos mais próximos a Deus e, na mitologia cristã, são os cocheiros da carruagem divina, quando Deus resolve dar uma volta pelo universo. No livro do Gênese, foi um querubim que expulsou Adão e Eva do Éden. Eles são os guardiões da câmara secreta do coração, onde se encontra a Chama Trina e o Santo Cristo Pessoal de cada Filho e Filha de Deus.
São dedicados a expansão e proteção da chama do amor, empunhando a espada e o julgamento do Raio Rubi e do Espírito Santo.
É aqui que encontramos a graça divina, invocando o poder de libertação dos Querubim de Deus, para deixarmos o caminho dos fracos e conseguirmos seguir o caminho da perfeição do Cristo Cósmico.
Ordem dos Tronos – Freqüentemente descritos com aparências circulares, representados por uma roda de fogo, tendo muitos olhos, por isso chamados de "Grandes Círculos" e "de muitos olhos".
Zelam pelo Trono de Deus e oferecem ao homem o sentido de união. Abençoam-nos com a introdução em nossos corações do verdadeiro e sincero Espírito da humildade.
Os Sacerdotes Príncipes da corte celestial:
Ordem dos Domínios ou Dominações – As Dominações são tidas como reguladoras das leis divinas, aspiram a verdadeira soberania assegurando que o universo se mova de forma estável e correta. São os guardiões das letras celestes com o nome sagrado de Deus e tem como símbolos, o cetro e a espada, que representam o poder divino sobre toda a criação.
Despertam no homem a força para vencer o inimigo interior, dominando os sentidos e subjugando as paixões indomáveis.
Ordem dos Poderes ou Potestades – Protegem a humanidade dos inimigos exteriores, são responsáveis pela ordem; aparecem com espadas flamejantes e são os responsáveis pelos quatro elementos (fogo, ar, água e terra).
Protegem nossas almas das armadilhas e tentações dos demônios. Seu propósito fundamental é vigiar as legiões do inferno e impedir seu domínio no céu e na Terra.
Ordem das Virtudes ou Autoridades – Traduzem a vontade de Deus, são responsáveis pelo reino mineral. Oferecem ao homem o discernimento para não cair em tentação. São os anjos encarregados de fazer milagres. São conhecidos como "Os brilhantes".
Os Anjos Ministrantes:
Ordem dos Principados – Os anjos da obediência divina, carregam cetros e cruzes e sua principal missão é vigiar as lideranças, já que conferem a submissão do homem a todas as coisas, enchem os corações dos humanos com o verdadeiro espírito da obediência. Eles são os responsáveis pelo reino vegetal.
Ordem dos Arcanjos – Hierarquia máxima do reino angelical, por ter passado com êxito em iniciações avançadas que o qualificam para comandar anjos menores e legiões angélicas; anjo que possui a Chama Trina, assim como o ser humano, tem a capacidade de co-criar com Deus; o líder dos Arcanjos é o Arcanjo Miguel, também conhecido na bíblia como comandante dos exércitos do Senhor Deus. Também chamados de Espíritos Planetários. Ministram ao homem perseverança na fé e em todas as boas obras para que possam ter a glória do Paraíso.
Ordem dos Anjos – Seres de luz responsáveis pela gênese do homem e sua evolução espiritual; são os mensageiros de Deus para o homem, sua missão é proteger e guiar o homem na glória eterna do além. Não ocupam postos ou atribuições especiais no exercito celestial.
Anjo caído -
Lúcifer era o mais alto arcanjo de Deus, o arcanjo do 1º raio. Rebelou-se traindo Deus. Ele tinha passado por toda a hierarquia dos seres cósmicos, passando por todas as iniciações. Ele conhecia a origem de tudo e não aceitava mais servir ao mundo atômico. Pensava ele - " Porque tenho que servir a estes seres que nada sabem? ", mas esqueceu-se de que tudo sabia, para poder servir aos seres que nada sabem. Esta era a razão de sua existência. Caso contrário, ele não existiria. Ao se rebelar contra Deus, tentou comandar o mundo e o cosmos.
Deus não permitiu e enviou o Arcanjo Miguel e seus anjos para que colocassem na terra Lúcifer e seus anjos, liberando assim o céu e o cosmos da rebeldia do seu Arcanjo caído. Lúcifer iludiu muitos anjos de todos os raios e poderes que caíram com ele na terra. Deixaram de ser serventes para serem serpentes.
A primeira coisa que fizeram ao chegar na terra foi atacar as Chamas Gêmeas, seduzindo as mulheres para a separação. Estes anjos estão muito poderosos e devem ser expulsos da terra assim como no céu, (apocalipse 12:7`9). Os filhos de Deus na terra devem fazer como Deus fez no céu, pedindo o julgamento dos anjos caídos para que o Arcanjo Miguel possa tirá-los também da terra.
Anjo do Registro -
O anjo destinado à alma para registrar todos os seus atos, palavras, feitos, sentimentos, pensamentos – em resumo, suas idas e vindas no plano da matéria. O anjo do registro, registra os fatos de cada dia e os entrega ao anjo dos pergaminhos às 23 horas de todas as noites. Se sentirmos que não passamos um importante teste durante o dia, podemos, antes desta hora, pedir ao anjo que apague do registro do dia, a situação especifica que contém o teste não passado. No pedido, temos de afirmar a nossa intenção de receber o teste novamente para podermos então vencê-lo.
Anjos do Senhor - A Presença da divindade em forma Angélica. Os sete arcanjos e suas arqueias ministrando nos sete raios, juntamente com os cinco raios secretos e os hierárcas do décimo terceiro raio são os anjos do Senhor que “se encontram na Presença de Deus” e “são enviados por Deus” como seus mensageiros a fim de transmitir a luz (consciência do Cristo) do EU SOU O QUE EU SOU a seus filhos e filhas, para a realização das dispensações que anunciam. A Moisés foi revelada a Presença do Eu Sou através do “anjo do Senhor que lhe apareceu em uma chama de fogo” que era a presença e a personificação real do "EU SOU O QUE EU SOU" pelo arcanjo Miguel.
Anjos Ouvintes - Regidos pela Poderosa Ouvinte, estes anjos ouvem todos os pedidos dos homens, até mesmo os sussurros e os desejos do coração, lendo-os para Deus. Deus adora fazer surpresas a seus filhos. Muitas vezes, quando pedimos algo a Deus, sua resposta é imediata, pois ele já sabia que iríamos pedir e preparou anteriormente.
Anjo Deva - Deva, em sânscrito significa "ser radiante"; membro de uma ordem de seres angélicos que servem com as forças elementais da natureza, ajudando-as a realizar suas varias funções. Anjos Deva são os espíritos guardiões das montanhas e florestas.
Anjos dos Pergaminhos - O anjo encarregado dos anjos do registro. Atribuídos a cada corrente da vida. O guardião dos pergaminhos é aquele que tem a custódia dos arquivos contendo o livro da vida de cada homem. É sua responsabilidade apresentar aos Mestres Ascensos e ao Conselho do Carma, o registro da vida de toda e qualquer encarnação de uma alma em evolução, a respeito da qual eles podem querer obter informações.
Essas informações são utilizadas não apenas no julgamento final da alma, mas também para aconselhamento e atribuição das tarefas da alma e também de sua missão, de uma existência para a outra. Estes registros da vida, também são usados para assegurar dispensações (de misericórdia ou talentos) iniciações ou atribuições de um encargo na hierarquia ascensa ou não ascensa da Grande Fraternidade Branca. (Ver anjo do registro).
Cristo, Cristo Pessoal, Eu Superior, Anjo da Guarda
Do grego "Ungido". O corpo do Cristo - Jesus, foi o maior exemplo da perfeição que temos do Cristo. Este é o segundo dos três corpos superiores, é o corpo do EU Pessoal, ou EU Perfeito. Este é o seu "Anjo da Guarda" criado pela Presença do EU SOU, para ser o exemplo do que você deve se tornar, para cuidar de você. Para respeitar o seu livre arbítrio, a Presença Divina não pode lhe ver, pois assim o tornaria perfeito. Então, criou o Cristo que é você sem defeitos, para lhe guiar à perfeição. Este é o seu guia, use-o.
Este é o significado de Jesus afirmar que Deus o reconhecera como seu filho e a razão disto é que Jesus se tornou a perfeição de seu guia, o seu próprio Santo Cristo Pessoal ou Eu Perfeito, sendo assim reconhecido, por Deus que só pode ver a perfeição. O Cristo serve também, como mediador entre o Céu e a terra. Nada impuro sobe a Presença de Deus. Deus nos da a energia necessária para podermos nos manifestar com palavras e atos.
Ao utilizarmos esta energia, ela automaticamente volta ao Pai. O Cristo não permitindo que energias impuras subam, elas acabam voltando para quem as enviou. Este é o carma negativo do indivíduo que deve ser transmutado. O objetivo principal deste corpo é : Guiar o Eu da alma do indivíduo à vitória através do chakra do coração. Ele é o mediador entre a Presença do Eu Sou e a alma.
A Vitória aqui significa principalmente a perfeição da co-criação com Deus, e finalmente a ascensão da alma para o plano etéreo. Assim como Deus se comunica com seus filhos por meio da memória, o Cristo pessoal se comunica através da mente ou corpo mental, o que significa que podemos nos comunicar com ele por meio do pensamento. A memória é a energia ativadora da Mente.
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*JUNTOS LEVANDO A CHAMA DA LIBERDADE*
naveluz@yahoogrupos.com.br em nome de Cristina (cristina.kolikoviski@gmail.com)
sábado, 10 de julho de 2010
A EMBAIXATRIZ DA NOVA RAÇA PLANETÁRIA
MEIMEI
A EMBAIXATRIZ DA NOVA RAÇA PLANETÁRIA
Mensagem ditada por Mestra Nada
Notícia maravilhosa.
A EMBAIXATRIZ DA NOVA RAÇA PLANETÁRIA
Mensagem ditada por Mestra Nada
Notícia maravilhosa.
segunda-feira, 8 de março de 2010
Cristo Manifesto
Na quinta-feira de manhã o sol levantou-se claro e belo mas, em vez de prosseguir, como esperávamos, fomos avisados de que ficaríamos esperando onde estávamos até que a trilha houvesse secado e as águas dos rios tivessem abaixado para podermos continuar mais confortavelmente a nossa expedição. Estávamos todos com medo de que nossas provisões se esgotassem, e um membro do nosso grupo deu voz a esse medo. Emil, que estava encarregado de todo o equipamento, veio até nós e disse:
“Os senhores não precisam ficar com medo. Deus, porventura, não cuida de todas as Suas criaturas, grandes e pequenas, e não somos Suas criaturas? Verão que tenho aqui alguns grãos ou sementes de trigo. Vou plantá-los. Por esse ato declarei definitivamente que quero o trigo. Formei o trigo na minha mente. Cumpri a lei e, no devido tempo, ele aparecerá. Teremos de aguardar o longo e árduo processo que a Natureza, no seu lento crescimento e evolução, assumirá a fim de produzir o trigo?
Se assim fosse, seríamos obrigados a esperar um tempo longo e duro para obtê-lo. Por que não usar uma lei mais alta, ou mais perfeita, que nos foi dada pelo Pai, para produzi-lo? Tudo o que se faz preciso é ficar em silêncio e visualizar ou idealizar o trigo, e nós teremos trigo curado, pronto para ser usado. Se duvidarem, poderão juntá-lo, moê-lo, transformá-lo em farinha e da farinha fazer pão.” Ali, diante de nós, estava o trigo, crescido e curado, de modo que nós o juntamos, moemos e fizemos pão.
Emil continuou dizendo:” Agora os senhores viram e acreditaram, mas por que não usar uma lei ainda mais perfeita, e produzir uma coisa mais perfeita ou exatamente o que querem - pão? Usando esta lei mais perfeita ou, como os senhores mesmos diriam, mais sutil, verão que sou capaz de produzir exatamente o de que preciso – pão.”
E, enquanto nos quedávamos ali, arrebatados, vimos em suas mãos um pão grande, cujo fornecimento só cessou quando se amontoaram quarenta pães sobre a mesa diante de nós, ali colocados aparentemente pelo próprio Emil, que observou:
“Como vêem, há pão suficiente para todos; se não forem suficientes, poder-se-ão fornecer mais, até que haja o suficiente para comer e poupar.” Comemos todo o pão e o proclamamos bom.
Emil continuou: “Quando Jesus na Galiléia perguntou a Filipe: “Onde compraremos pão? Ele fez isso para pô-lo à prova, porque dentro de Si mesmo sabia muito bem que não haveria necessidade de comprar o pão necessário para alimentar a multidão aglomerada, nem de consegui-lo através do mercado material então existente. Ele viu a oportunidade de provar aos Seus discípulos o poder do pão levedado, ou aumentando pelo Espírito. Quantas vezes o homem no conceito mortal não pensa como Filipe! Este calculava, como a consciência humana calcula hoje, com base no suprimento visível – refletindo que tinha apenas tantos pães ou tamanho suprimento ou tanto dinheiro para comprar. Jesus reconheceu que quem está na Consciência de Cristo não conhece limitação. Ele, então, na Consciência de Cristo, olhou para Deus como fonte e criador de tudo e deu graças pelo poder e substância que tinha à mão para satisfazer qualquer desejo. E distribuiu o pão, através dos Seus discípulos, entre os que mostravam necessidade exterior até que esta foi satisfeita e sobraram doze cestos. Jesus nunca dependeu do excesso de suprimento alheio para satisfazer à sua necessidade nem à necessidade de outrem; mas ensinou que o nosso suprimento está bem a mão na Substância Universal, onde existem todos os suprimentos, e tudo o que temos de fazer é criá-los ou produzi-los. Foi o que aconteceu quando Eliseu multiplicou o óleo da viúva. Ele não se dirigiu a alguém que tivesse uma superabundância de óleo pois, se o tivesse feito, o suprimento teria sido limitado. Ele entrou em contato com o Universal, e o único limite para o suprimento foi que todas as vasilhas se enchessem. O suprimento poderia estar fluindo até hoje se houvesse vasilhas em número suficiente para recebê-lo.
“Isto não é hipnotismo. Nenhum dos senhores sente que está de algum modo sob o efeito de um encantamento hipnótico. Permitam-me dizer-lhes que o único hipnotismo que existe é o auto-hipnotismo de acreditar que cada um de nós, ou todos nós, não o somos capazes de realizar as obras perfeitas de Deus e de criar as condições ou coisas desejadas. Pois não é a própria necessidade o desejo de criar? Em vez de evoluir e criar como Deus quer que criamos, os senhores se envolvem nas suas conchinhas e dizem; “Não posso”, e se auto-hipnotizaram até acreditar realmente que são entidades separadas de Deus. Deixam-se ficar simplesmente aquém da sua criação ou expressão perfeita. Não permitem que Deus se expresse através dos senhores como é do seu desejo fazê-lo. Acaso não disse Jesus, o Grande Mestre: “As obras que faço, vós as fareis também, e as fareis ainda maiores do que estas? Não foi a verdadeira missão de Jesus aqui na terra mostrar que nós, como filhos de Deus, ou o homem em seu estado verdadeiro pode criar tão perfeita e harmoniosamente quanto Deus o faz? Quando Jesus ordenou ao cego que banhasse os olhos no tanque de Siloé, não o intentava com isso abrir os olhos de todos?
Todos deveriam ver que Jesus fora mandado pelo Pai para mostrar-nos que o Pai pretendia ver-nos criando exatamente como Ele cria; todos deverão fazer a obra perfeita que Jesus fez, reconhecendo o Cristo em si próprio e em todos.
“Posso dar mais um passo adiante. Este pão que acabo de receber e estou segurando na mão se consome como se fosse queimado pelo fogo. Que aconteceu? Usei incorretamente a lei perfeita que produziu aminha concepção e consumi o que eu havia produzido, em virtude do meu uso incorreto da lei perfeita, ou por não haver usado com acerto a lei, tão exata quanto a música ou a matemática ou qualquer outra lei dita natural. Se eu persistisse no uso incorreto da lei perfeita, consumiria não somente o que criei, mas também me consumiria a mim, o criador.
“Foi o pão realmente destruído? Admitiremos que a forma foi mudada pois, em lugar do pão, temos uma pequena quantidade de pó ou cinzas. Não foi ele, na verdade, devolvido à Substância Universal de que proveio? Não é isso o que acontece com todas as formas que saem da nossa vista, pelo fogo, pela decadência ou por qualquer outra maneira? Não retornam elas à Substância Universal – Deus – de onde provieram? Não será este sentido de o que desce do céu precisa subir ao céu?
“Não o faz muito tempo que os senhores viram gelo formando sem nenhuma causa aparente, como talvez lhes ocorra pensar. Deixe-me dizer-lhes que isso é o mesmo que criar o pão. Posso usar a lei para obter assim o gelo como o pão, enquanto utilizar o processo em benefício da humanidade, ou enquanto estiver trabalhando de acordo com a lei, ou me expressando como Deus quer que todos se expressem. É bom para todos fazer pão, ou gelo, ou alguma ou todas as coisas desejadas; e todos precisam prosseguir energicamente até chegar ao estágio em que poderão fazer essas coisas. Não vêem os senhores que, usando a lei mais alta, a lei absoluta de Deus, podem produzir o de que precisam ou que concebem em sua mente como sua idéia mais elevada e, dessa maneira, agradam mais a Deus manifestando-se mais plenamente e sabendo, como o sabia Jesus, que somos perfeitamente Filhos de Deus?
“Uma coisa dessas não dá a entender a libertação da servidão comercial, bem como de todas as outras servidões? Como eu vejo as coisas, a servidão comercial, dentro de poucos anos tornar-se-á a maior de todas as servidões. Se tudo prosseguir no ritmo em que está progredindo agora ela dominarão homem, alma, e corpo, e não fará outra coisa senão consumir-se e consumir os interessados por ela. Não há dúvida de que o comercialismo começou num alto plano espiritual, mas se permitiu ao materialismo penetrá-lo, sorrateiro, até que o próprio poder usado para criar seja o poder que consome: precisamente como o próprio poder usado para criar sempre consome se não for usado de maneira correta. Não são a pressão do comercialismo e as limitações que nos cerceiam e permitem passar por cima dessas condições, ou superá-las? Isto não se faz simplesmente compreendendo que estamos destinados a realizar as obras perfeitas de Deus, a elevar a nossa consciência do Cristo? Não foi o que Jesus nos ensinou aqui na terra? Sua vida inteira não é um exemplo disso?
“Meus queridos irmãos, acaso não vêem que no princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus?
Nessa ocasião, tudo o que seria formado mais tarde se achava, em forma não-manifesta, na Substância da Mente Universal – ou, como se exprimem alguns no caos. No original, caos era realidade. Mal interpretada, esta realidade significa um estado turbulento ou belicoso, em vez do estado profundo e espiritual da realidade, sempre espera de uma palavra definitiva, criativa, falada, através da qual possa apresentar-se em forma manifesta.
“Quando o Princípio de Deus desejou produzir o mundo tirando-o da Substância da Mente Universal, Deus se achava sereno e contemplativo. Em outras palavras, Deus viu um mundo ideal; conservou na mente a substância de que o mundo viria a ser formado durante o tempo suficiente para diminuir-lhe a vibração; em seguida, pronunciou a Palavra e o mundo se formou – ou, como poderíamos dizer, Deus visualizou um modelo ou molde mental no qual pudesse fluir a substância necessária para fazer o mundo e surgir uma forma perfeita,construída sobre o modelo conservado na consciência.
“Todas essas coisas podem ter sido pensadas por Deus, Infinito Poder. Ele pode ter desejado durante um tempo infinito que elas se formassem e se tornassem visíveis. Não tivesse sido a palavra falada lançada no éter informe, e nada teria sido criado nem produzido em forma visível. A fim de fixar em resultados visíveis o pensamento e os desejos a de um Criador Infinito Onipotente e tirar da realidade formas ordenadas, foi preciso “Seja” determinado, positivo. Por isso precisamos dar o passo definitivo. Deus conserva na mente o mundo ideal e perfeito em todas as suas particularidade destinado a surgir como um céu ou lar perfeito onde todos os Seus filhos, todas as Suas criaturas e todas as Suas criações podem habitar em paz e harmonia. Este é o mundo cabal,que Deus viu no início e faz existir pelo pensamento neste mesmo instante, e o tempo de sua manifestação está na nossa aceitação dele. Quando pudermos vir para o único lugar e saber que somos todos um, um homem, e soubermos que somos todos membros do corpo de Deus, tanto quanto um membro do nosso corpo é uma parte do corpo todo, então estaremos no reino de Deus, e seremos dele, o céu aqui na terra, agora.
“Para tornar tudo isto manifesto, compreendam que não há nada material no céu Tudo é espiritual.
Compreendam que o céu é um estado de consciência perfeito, um mundo perfeito aqui na terra, agora, e a única coisa que temos de fazer é aceitá-lo. Ele está aqui em toda a nossa volta, esperando que descerremos o olhar interior. Através desse olhar nossos corpos se tornarão luz, a luz que não é a do sol nem da lua mas a do Pai; e o Pai está bem aqui, na parte mais íntima do nosso ser. Precisamos compreender suficientemente que não há nada material, que tudo é espiritual. Depois precisamos pensar neste maravilhoso mundo espiritual, dado por Deus, que está aqui agora; basta poder compreendê-lo.
“Não vêem os senhores que Deus criou tudo dessa maneira? Deus, porventura, não ficou primeiro em silêncio e contemplativo e viu a luz? E disse então? Haja luz, e houve luz. Da mesma maneira disse. Haja firmamento, e houve um firmamento; e o mesmo com outras criações. Ele conservou primeiro cada forma ou ideal firmemente na consciência, depois pronunciou a palavra e o ideal se produziu. O mesmo aconteceu com o homem. Disse Deus: “Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança, e tenha ele domínio sobre tudo. Deus, todo bondade, criou todas as coisas boas; o homem para expressar ou produzir aquilo em que fitava os olhos. Se não tivesse visto o mal, o mal não teria tido poder de expressão. Somente o bem teria sido expresso e nós seríamos tão perfeito como Deus nos vê hoje. Não teria o céu estado sempre sobre a terra, como Deus o vê, e como todos temos de vê-lo para torná-lo manifesto? Jesus tinha todo o direito de dizer que viera do céu; pois não veio tudo do céu, a grande Substância Universal?
“Visto que o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, Deus não deu ao homem o poder de criar, exatamente como Ele cria? E Deus não espera que o homem utilize esse poder tão livremente quanto Ele o utiliza – e exatamente da mesma maneira? Primeiro, dando tanto da necessidade; depois, concebendo o bem, o ideal, com o qual encher o molde que conservamos na consciência e que deve ser enchido com a Substância da Mente Universal; em seguida,proferindo a palavra de que o molde está cheio; isto é assim, e isto é bom.
“Quando foi crucificado, Jesus deu Sua carne, a exterior, o que vemos do corpo, para provar que existe realmente um corpo mais profundo ou espiritual; e foi esse corpo, para provar que existe realmente um corpo mais profundo ou espiritual; e dói esse corpo espiritual que Ele manifestou quando saiu do túmulo. Este é o corpo de que Ele falou quando disse: “Destrui este templo e em três dias o erguerei.” Ele o fez para mostrar-nos que temos o mesmo corpo espiritual e que podemos realizar todas as obras que Ele realizou. Não se trata aqui de dizer que, se Jesus tivesse querido, teria podido salvar-se. Não há dúvida de que Ele viu que uma grande mudança se operava em Seu corpo. Também viu que as pessoas à Sua volta não eram capazes de ver que também poderiam produzir o corpo espiritual, como Ele estava tentando fazer que eles vissem. Elas ainda olhavam para o pessoal, e Ele viu que se Ele produzisse o corpo espiritual sem alguma mudança inegável, as pessoas não seriam capazes de discernir entre o material e o espiritual;daí que adotasse a crucificação para produzir a mudança.
“Não é este, verdadeiramente, o Cristo no homem, que o Grande Mestre, Jesus, que todos amamos e reverenciamos, veio mostrar? Não revelou Ele Sua vida aqui na terra a fim de indicar-nos o caminho perfeito para Deus? Podemos fazer outra coisa senão amar esse caminho ideal perfeito, depois de tê-lo visto, seja plantando a semente,seja fazendo pão, seja levando a cabo as mil e uma coisas necessárias à existência humana?Não são esses atos meras lições conducentes ao nosso desenvolvimento? Algum dia compreenderemos que somos,na verdade, Filhos de Deus, e não servos; que, como Filhos,podemos ter e temos tudo o que o Pai tem, e podemos fazer uso dele com tanta liberdade quanto nosso Pai o faz.
Admito que isto requer a princípio uma poderosa fé; uma fé que, de ordinário, precisa ser conseguido passo a passo e praticada fielmente, à semelhança da música e da matemática, até chegarmos à sede do saber. Aí, então, seremos grandiosa e belamente livres. Poderia haver um exemplo melhor e mais verdadeiro desta vida que a de Jesus? Não reconhecem os senhores o poder que há no Seu nome, Jesus, o Cristo manifesto, ou Deus que se manifesta através do homem de carne? Jesus veio ao lugar em que Ele se fiava-o inteiramente no Seu conhecimento ou compreensão de Deus, e assim realizou Seus milagres. Não confiou na própria força de vontade nem em pensamentos fortes e concentrados. Tampouco devemos confiar na nossa força de vontade nem em pensamentos fortes e concentrados, mas na Vontade de Deus.” Não seja feita a minha vontade, mas a Tua, Senhor”.
Vontade de fazer a vontade de Deus. Não acham os senhores que Jesus queria, em todas as coisas, fazer a vontade de Deus, ou fazer o que Deus queria que Ele fizesse?
Os senhores notarão que se diz, muitas vezes ,que Jesus se dirigiu a uma alta montanha. Não sei se Ele, fisicamente, escalou ou não uma alta montanha. Mas sei que todos precisamos galgar às alturas, a mais alta das quais é a consciência, para receber a nossa iluminação. Essa altura significa o verdadeiro topo da cabeça e ali, se a faculdade não estiver desenvolvida, precisaremos desenvolvê-la por meio de pensamentos espirituais. Depois, do coração, do centro do amor, deixarmos fluir o amor para equilibrar tudo e, quando isso estiver feito , o Cristo se revela. O filho do homem dá-se conta de que ele é o Filho de Deus, o único Filho concebido, em que o Pai se compraz. A seguir, com amor constante, precisamos compreendê-lo em relação a tudo.
Detenham-se e pensem profundamente por um momento e dêem tento do número infindável de grãos de areia da praia; do número sem conta das gotas d’água necessárias para formar as águas da terra; do número incontável de formas de vida nas águas da terra; o número incontável de árvores, plantas, flores e arbustos existentes sobre a terra; o número imenso de formas de vida animal que habitam na terra . Compreendam que todos são imagens externas do ideal conservado na grande mente universal de Deus; que todos contêm a vida única, a vida de Deus. Em seguida, pensem no número sem conta das almas nascidas na terra. E compreendam que cada alma é uma imagem ideal, externa, perfeita de Deus, tal como Deus Se vê a Si mesmo; que cada alma recebe o mesmo poder,a mesma expressão e o mesmo domínio sobre tudo o que o Próprio Deus tem. Acreditam os senhores que Deus quer ou deseja que o homem revele essas qualidades semelhantes a Deus ou dadas por Deus e realize as obras que Deus realiza através da herança dada ao homem pelo Pai, a grande e única Mente Universal em todos, através de todos e acima de todos?
Compreendam, então, que cada pessoa é uma expressão ou uma expressão
( do invisível, o Espírito) em forma visível, uma forma através da qual Deus se deleita em expressar-se. Quando pudermos compreender a aceitar isso, poderemos realmente dizer como disse Jesus: “Vede, um Cristo está aqui.” Foi dessa maneira que ele logrou Seu domínio sobre o eu mundano ou de carne. Reconheceu, proclamou e aceitou Sua divindade, e depois viveu á vida como temos de fazer”.
(Capítulo 7, do livro ”Vida e Ensinamentos dos Mestres do Extremo Oriente” de Baird T. Spalding)
“Os senhores não precisam ficar com medo. Deus, porventura, não cuida de todas as Suas criaturas, grandes e pequenas, e não somos Suas criaturas? Verão que tenho aqui alguns grãos ou sementes de trigo. Vou plantá-los. Por esse ato declarei definitivamente que quero o trigo. Formei o trigo na minha mente. Cumpri a lei e, no devido tempo, ele aparecerá. Teremos de aguardar o longo e árduo processo que a Natureza, no seu lento crescimento e evolução, assumirá a fim de produzir o trigo?
Se assim fosse, seríamos obrigados a esperar um tempo longo e duro para obtê-lo. Por que não usar uma lei mais alta, ou mais perfeita, que nos foi dada pelo Pai, para produzi-lo? Tudo o que se faz preciso é ficar em silêncio e visualizar ou idealizar o trigo, e nós teremos trigo curado, pronto para ser usado. Se duvidarem, poderão juntá-lo, moê-lo, transformá-lo em farinha e da farinha fazer pão.” Ali, diante de nós, estava o trigo, crescido e curado, de modo que nós o juntamos, moemos e fizemos pão.
Emil continuou dizendo:” Agora os senhores viram e acreditaram, mas por que não usar uma lei ainda mais perfeita, e produzir uma coisa mais perfeita ou exatamente o que querem - pão? Usando esta lei mais perfeita ou, como os senhores mesmos diriam, mais sutil, verão que sou capaz de produzir exatamente o de que preciso – pão.”
E, enquanto nos quedávamos ali, arrebatados, vimos em suas mãos um pão grande, cujo fornecimento só cessou quando se amontoaram quarenta pães sobre a mesa diante de nós, ali colocados aparentemente pelo próprio Emil, que observou:
“Como vêem, há pão suficiente para todos; se não forem suficientes, poder-se-ão fornecer mais, até que haja o suficiente para comer e poupar.” Comemos todo o pão e o proclamamos bom.
Emil continuou: “Quando Jesus na Galiléia perguntou a Filipe: “Onde compraremos pão? Ele fez isso para pô-lo à prova, porque dentro de Si mesmo sabia muito bem que não haveria necessidade de comprar o pão necessário para alimentar a multidão aglomerada, nem de consegui-lo através do mercado material então existente. Ele viu a oportunidade de provar aos Seus discípulos o poder do pão levedado, ou aumentando pelo Espírito. Quantas vezes o homem no conceito mortal não pensa como Filipe! Este calculava, como a consciência humana calcula hoje, com base no suprimento visível – refletindo que tinha apenas tantos pães ou tamanho suprimento ou tanto dinheiro para comprar. Jesus reconheceu que quem está na Consciência de Cristo não conhece limitação. Ele, então, na Consciência de Cristo, olhou para Deus como fonte e criador de tudo e deu graças pelo poder e substância que tinha à mão para satisfazer qualquer desejo. E distribuiu o pão, através dos Seus discípulos, entre os que mostravam necessidade exterior até que esta foi satisfeita e sobraram doze cestos. Jesus nunca dependeu do excesso de suprimento alheio para satisfazer à sua necessidade nem à necessidade de outrem; mas ensinou que o nosso suprimento está bem a mão na Substância Universal, onde existem todos os suprimentos, e tudo o que temos de fazer é criá-los ou produzi-los. Foi o que aconteceu quando Eliseu multiplicou o óleo da viúva. Ele não se dirigiu a alguém que tivesse uma superabundância de óleo pois, se o tivesse feito, o suprimento teria sido limitado. Ele entrou em contato com o Universal, e o único limite para o suprimento foi que todas as vasilhas se enchessem. O suprimento poderia estar fluindo até hoje se houvesse vasilhas em número suficiente para recebê-lo.
“Isto não é hipnotismo. Nenhum dos senhores sente que está de algum modo sob o efeito de um encantamento hipnótico. Permitam-me dizer-lhes que o único hipnotismo que existe é o auto-hipnotismo de acreditar que cada um de nós, ou todos nós, não o somos capazes de realizar as obras perfeitas de Deus e de criar as condições ou coisas desejadas. Pois não é a própria necessidade o desejo de criar? Em vez de evoluir e criar como Deus quer que criamos, os senhores se envolvem nas suas conchinhas e dizem; “Não posso”, e se auto-hipnotizaram até acreditar realmente que são entidades separadas de Deus. Deixam-se ficar simplesmente aquém da sua criação ou expressão perfeita. Não permitem que Deus se expresse através dos senhores como é do seu desejo fazê-lo. Acaso não disse Jesus, o Grande Mestre: “As obras que faço, vós as fareis também, e as fareis ainda maiores do que estas? Não foi a verdadeira missão de Jesus aqui na terra mostrar que nós, como filhos de Deus, ou o homem em seu estado verdadeiro pode criar tão perfeita e harmoniosamente quanto Deus o faz? Quando Jesus ordenou ao cego que banhasse os olhos no tanque de Siloé, não o intentava com isso abrir os olhos de todos?
Todos deveriam ver que Jesus fora mandado pelo Pai para mostrar-nos que o Pai pretendia ver-nos criando exatamente como Ele cria; todos deverão fazer a obra perfeita que Jesus fez, reconhecendo o Cristo em si próprio e em todos.
“Posso dar mais um passo adiante. Este pão que acabo de receber e estou segurando na mão se consome como se fosse queimado pelo fogo. Que aconteceu? Usei incorretamente a lei perfeita que produziu aminha concepção e consumi o que eu havia produzido, em virtude do meu uso incorreto da lei perfeita, ou por não haver usado com acerto a lei, tão exata quanto a música ou a matemática ou qualquer outra lei dita natural. Se eu persistisse no uso incorreto da lei perfeita, consumiria não somente o que criei, mas também me consumiria a mim, o criador.
“Foi o pão realmente destruído? Admitiremos que a forma foi mudada pois, em lugar do pão, temos uma pequena quantidade de pó ou cinzas. Não foi ele, na verdade, devolvido à Substância Universal de que proveio? Não é isso o que acontece com todas as formas que saem da nossa vista, pelo fogo, pela decadência ou por qualquer outra maneira? Não retornam elas à Substância Universal – Deus – de onde provieram? Não será este sentido de o que desce do céu precisa subir ao céu?
“Não o faz muito tempo que os senhores viram gelo formando sem nenhuma causa aparente, como talvez lhes ocorra pensar. Deixe-me dizer-lhes que isso é o mesmo que criar o pão. Posso usar a lei para obter assim o gelo como o pão, enquanto utilizar o processo em benefício da humanidade, ou enquanto estiver trabalhando de acordo com a lei, ou me expressando como Deus quer que todos se expressem. É bom para todos fazer pão, ou gelo, ou alguma ou todas as coisas desejadas; e todos precisam prosseguir energicamente até chegar ao estágio em que poderão fazer essas coisas. Não vêem os senhores que, usando a lei mais alta, a lei absoluta de Deus, podem produzir o de que precisam ou que concebem em sua mente como sua idéia mais elevada e, dessa maneira, agradam mais a Deus manifestando-se mais plenamente e sabendo, como o sabia Jesus, que somos perfeitamente Filhos de Deus?
“Uma coisa dessas não dá a entender a libertação da servidão comercial, bem como de todas as outras servidões? Como eu vejo as coisas, a servidão comercial, dentro de poucos anos tornar-se-á a maior de todas as servidões. Se tudo prosseguir no ritmo em que está progredindo agora ela dominarão homem, alma, e corpo, e não fará outra coisa senão consumir-se e consumir os interessados por ela. Não há dúvida de que o comercialismo começou num alto plano espiritual, mas se permitiu ao materialismo penetrá-lo, sorrateiro, até que o próprio poder usado para criar seja o poder que consome: precisamente como o próprio poder usado para criar sempre consome se não for usado de maneira correta. Não são a pressão do comercialismo e as limitações que nos cerceiam e permitem passar por cima dessas condições, ou superá-las? Isto não se faz simplesmente compreendendo que estamos destinados a realizar as obras perfeitas de Deus, a elevar a nossa consciência do Cristo? Não foi o que Jesus nos ensinou aqui na terra? Sua vida inteira não é um exemplo disso?
“Meus queridos irmãos, acaso não vêem que no princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus?
Nessa ocasião, tudo o que seria formado mais tarde se achava, em forma não-manifesta, na Substância da Mente Universal – ou, como se exprimem alguns no caos. No original, caos era realidade. Mal interpretada, esta realidade significa um estado turbulento ou belicoso, em vez do estado profundo e espiritual da realidade, sempre espera de uma palavra definitiva, criativa, falada, através da qual possa apresentar-se em forma manifesta.
“Quando o Princípio de Deus desejou produzir o mundo tirando-o da Substância da Mente Universal, Deus se achava sereno e contemplativo. Em outras palavras, Deus viu um mundo ideal; conservou na mente a substância de que o mundo viria a ser formado durante o tempo suficiente para diminuir-lhe a vibração; em seguida, pronunciou a Palavra e o mundo se formou – ou, como poderíamos dizer, Deus visualizou um modelo ou molde mental no qual pudesse fluir a substância necessária para fazer o mundo e surgir uma forma perfeita,construída sobre o modelo conservado na consciência.
“Todas essas coisas podem ter sido pensadas por Deus, Infinito Poder. Ele pode ter desejado durante um tempo infinito que elas se formassem e se tornassem visíveis. Não tivesse sido a palavra falada lançada no éter informe, e nada teria sido criado nem produzido em forma visível. A fim de fixar em resultados visíveis o pensamento e os desejos a de um Criador Infinito Onipotente e tirar da realidade formas ordenadas, foi preciso “Seja” determinado, positivo. Por isso precisamos dar o passo definitivo. Deus conserva na mente o mundo ideal e perfeito em todas as suas particularidade destinado a surgir como um céu ou lar perfeito onde todos os Seus filhos, todas as Suas criaturas e todas as Suas criações podem habitar em paz e harmonia. Este é o mundo cabal,que Deus viu no início e faz existir pelo pensamento neste mesmo instante, e o tempo de sua manifestação está na nossa aceitação dele. Quando pudermos vir para o único lugar e saber que somos todos um, um homem, e soubermos que somos todos membros do corpo de Deus, tanto quanto um membro do nosso corpo é uma parte do corpo todo, então estaremos no reino de Deus, e seremos dele, o céu aqui na terra, agora.
“Para tornar tudo isto manifesto, compreendam que não há nada material no céu Tudo é espiritual.
Compreendam que o céu é um estado de consciência perfeito, um mundo perfeito aqui na terra, agora, e a única coisa que temos de fazer é aceitá-lo. Ele está aqui em toda a nossa volta, esperando que descerremos o olhar interior. Através desse olhar nossos corpos se tornarão luz, a luz que não é a do sol nem da lua mas a do Pai; e o Pai está bem aqui, na parte mais íntima do nosso ser. Precisamos compreender suficientemente que não há nada material, que tudo é espiritual. Depois precisamos pensar neste maravilhoso mundo espiritual, dado por Deus, que está aqui agora; basta poder compreendê-lo.
“Não vêem os senhores que Deus criou tudo dessa maneira? Deus, porventura, não ficou primeiro em silêncio e contemplativo e viu a luz? E disse então? Haja luz, e houve luz. Da mesma maneira disse. Haja firmamento, e houve um firmamento; e o mesmo com outras criações. Ele conservou primeiro cada forma ou ideal firmemente na consciência, depois pronunciou a palavra e o ideal se produziu. O mesmo aconteceu com o homem. Disse Deus: “Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança, e tenha ele domínio sobre tudo. Deus, todo bondade, criou todas as coisas boas; o homem para expressar ou produzir aquilo em que fitava os olhos. Se não tivesse visto o mal, o mal não teria tido poder de expressão. Somente o bem teria sido expresso e nós seríamos tão perfeito como Deus nos vê hoje. Não teria o céu estado sempre sobre a terra, como Deus o vê, e como todos temos de vê-lo para torná-lo manifesto? Jesus tinha todo o direito de dizer que viera do céu; pois não veio tudo do céu, a grande Substância Universal?
“Visto que o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, Deus não deu ao homem o poder de criar, exatamente como Ele cria? E Deus não espera que o homem utilize esse poder tão livremente quanto Ele o utiliza – e exatamente da mesma maneira? Primeiro, dando tanto da necessidade; depois, concebendo o bem, o ideal, com o qual encher o molde que conservamos na consciência e que deve ser enchido com a Substância da Mente Universal; em seguida,proferindo a palavra de que o molde está cheio; isto é assim, e isto é bom.
“Quando foi crucificado, Jesus deu Sua carne, a exterior, o que vemos do corpo, para provar que existe realmente um corpo mais profundo ou espiritual; e foi esse corpo, para provar que existe realmente um corpo mais profundo ou espiritual; e dói esse corpo espiritual que Ele manifestou quando saiu do túmulo. Este é o corpo de que Ele falou quando disse: “Destrui este templo e em três dias o erguerei.” Ele o fez para mostrar-nos que temos o mesmo corpo espiritual e que podemos realizar todas as obras que Ele realizou. Não se trata aqui de dizer que, se Jesus tivesse querido, teria podido salvar-se. Não há dúvida de que Ele viu que uma grande mudança se operava em Seu corpo. Também viu que as pessoas à Sua volta não eram capazes de ver que também poderiam produzir o corpo espiritual, como Ele estava tentando fazer que eles vissem. Elas ainda olhavam para o pessoal, e Ele viu que se Ele produzisse o corpo espiritual sem alguma mudança inegável, as pessoas não seriam capazes de discernir entre o material e o espiritual;daí que adotasse a crucificação para produzir a mudança.
“Não é este, verdadeiramente, o Cristo no homem, que o Grande Mestre, Jesus, que todos amamos e reverenciamos, veio mostrar? Não revelou Ele Sua vida aqui na terra a fim de indicar-nos o caminho perfeito para Deus? Podemos fazer outra coisa senão amar esse caminho ideal perfeito, depois de tê-lo visto, seja plantando a semente,seja fazendo pão, seja levando a cabo as mil e uma coisas necessárias à existência humana?Não são esses atos meras lições conducentes ao nosso desenvolvimento? Algum dia compreenderemos que somos,na verdade, Filhos de Deus, e não servos; que, como Filhos,podemos ter e temos tudo o que o Pai tem, e podemos fazer uso dele com tanta liberdade quanto nosso Pai o faz.
Admito que isto requer a princípio uma poderosa fé; uma fé que, de ordinário, precisa ser conseguido passo a passo e praticada fielmente, à semelhança da música e da matemática, até chegarmos à sede do saber. Aí, então, seremos grandiosa e belamente livres. Poderia haver um exemplo melhor e mais verdadeiro desta vida que a de Jesus? Não reconhecem os senhores o poder que há no Seu nome, Jesus, o Cristo manifesto, ou Deus que se manifesta através do homem de carne? Jesus veio ao lugar em que Ele se fiava-o inteiramente no Seu conhecimento ou compreensão de Deus, e assim realizou Seus milagres. Não confiou na própria força de vontade nem em pensamentos fortes e concentrados. Tampouco devemos confiar na nossa força de vontade nem em pensamentos fortes e concentrados, mas na Vontade de Deus.” Não seja feita a minha vontade, mas a Tua, Senhor”.
Vontade de fazer a vontade de Deus. Não acham os senhores que Jesus queria, em todas as coisas, fazer a vontade de Deus, ou fazer o que Deus queria que Ele fizesse?
Os senhores notarão que se diz, muitas vezes ,que Jesus se dirigiu a uma alta montanha. Não sei se Ele, fisicamente, escalou ou não uma alta montanha. Mas sei que todos precisamos galgar às alturas, a mais alta das quais é a consciência, para receber a nossa iluminação. Essa altura significa o verdadeiro topo da cabeça e ali, se a faculdade não estiver desenvolvida, precisaremos desenvolvê-la por meio de pensamentos espirituais. Depois, do coração, do centro do amor, deixarmos fluir o amor para equilibrar tudo e, quando isso estiver feito , o Cristo se revela. O filho do homem dá-se conta de que ele é o Filho de Deus, o único Filho concebido, em que o Pai se compraz. A seguir, com amor constante, precisamos compreendê-lo em relação a tudo.
Detenham-se e pensem profundamente por um momento e dêem tento do número infindável de grãos de areia da praia; do número sem conta das gotas d’água necessárias para formar as águas da terra; do número incontável de formas de vida nas águas da terra; o número incontável de árvores, plantas, flores e arbustos existentes sobre a terra; o número imenso de formas de vida animal que habitam na terra . Compreendam que todos são imagens externas do ideal conservado na grande mente universal de Deus; que todos contêm a vida única, a vida de Deus. Em seguida, pensem no número sem conta das almas nascidas na terra. E compreendam que cada alma é uma imagem ideal, externa, perfeita de Deus, tal como Deus Se vê a Si mesmo; que cada alma recebe o mesmo poder,a mesma expressão e o mesmo domínio sobre tudo o que o Próprio Deus tem. Acreditam os senhores que Deus quer ou deseja que o homem revele essas qualidades semelhantes a Deus ou dadas por Deus e realize as obras que Deus realiza através da herança dada ao homem pelo Pai, a grande e única Mente Universal em todos, através de todos e acima de todos?
Compreendam, então, que cada pessoa é uma expressão ou uma expressão
( do invisível, o Espírito) em forma visível, uma forma através da qual Deus se deleita em expressar-se. Quando pudermos compreender a aceitar isso, poderemos realmente dizer como disse Jesus: “Vede, um Cristo está aqui.” Foi dessa maneira que ele logrou Seu domínio sobre o eu mundano ou de carne. Reconheceu, proclamou e aceitou Sua divindade, e depois viveu á vida como temos de fazer”.
(Capítulo 7, do livro ”Vida e Ensinamentos dos Mestres do Extremo Oriente” de Baird T. Spalding)
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