Carregando nos próprios ombros as aflições que fustigam a Terra, o Senhor acreditou nas promessas de fidelidade que você lhe fez, enviando-lhe ao caminho aqueles irmãos necessitados de mais amor.
Chegam eles de todas as procedências...
É a esposa fatigada esperando carinho; é o companheiro abatido implorando, em silêncio, esperança e consolo.
De outras vezes, é o filho desorientado suplicando compreensão ou o parente, na hora difícil, aguardando braços fraternos.
Agora é o amigo transviado, esmolando compaixão e ternura, depois, talvez, será o vizinho atormentado em problemas esfogueantes, pedindo bondade e cooperação.
Isso acontece, porquanto você pode compartilhar com Ele a tarefa do auxílio.
Não desdenhe, desse modo, apoiar o bem.
Acendamos a luz, onde as trevas se adensem; articulemos tolerância, ao pé da agressividade; envolvamos as farpas da cólera em algodão de brandura; conduzamos a paz por fonte viva sobre a discórdia, toda vez que a discórdia se faça incêndio destruidor...
Deixe que Ele, o Mestre, se revele por sua palavra e por suas mãos. Não impeça a divina presença, através de seu passo, no amparo às humanas dores.
E, nessa estrada bendita, depois da luta cotidiana, sentirá você no imo da própria alma, o sol da alegria perfeita repetindo, de coração erguido à verdadeira felicidade.
- Obrigado Jesus, porque na força de Tua bênção, consegui esquecer-me, procurando servir.
ANDRÉ LUIZ
Mensagem "Você Pode"
(Do livro Ideal Espírita, cap. 07, F.C.X., edição CEC) * * * * * * *
Ascensão significa elevar-se espiritualmente, através da vibração, alcançando assim a Luz. Cada pensamento, palavra, emoção, ação cria uma vibração positiva ou negativa ficando impregnada em nossa áurea. As vibrações alteram por completo as reações em nossa vida. Ascensão é justamente mudança de vibração, consiste em transformação ao nível superior de luz. Quanto mais tomar consciência da importância da própria espiritualidade mais se desenvolve o amor incondicional, a compaixão, ao perdão; passando assim para uma dimensão superior espiritual. Aceitando que somos espíritos e que fazemos parte da unicidade Divina tomamos as rédeas da nossa vida, começamos então a co-criar o que queremos de melhor. As coisas acontecem como queremos que aconteça, se nossa vibração for elevada no nível da luz, teremos luz; se for ao contrario e escolhermos a escuridão, teremos escuridão. Por isso é tão importante a ASCENÇÃO em nossa vida.
Que a paz de Jesus, o Cristo esteja com vocês. Hoje estou envolvendo todos na energia do “Amor”. Peço que fechem os olhos e sintam o “Amor Incondicional”, que deve ser vivenciado por todos. Preencha vossa mente, coração e todo vosso ser e repassem a todos que vocês amam, familiares, parentes, amigos, etc... O “Amor Incondicional é o sentimento mais nobre que devem sentir. Sempre que precisarem feche os olhos e clamem pelo “Amor Incondicional”. Sintam esse “Amor”, vivam esse “Amor”, respirem esse “Amor”, alimentem-se desse “Amor”. Assim não precisarão de mais nada.
_ Jardineiro-disseme o "rishi"- onde estão as tuas flores? Chegou a primavera e teu jardim esta sem vida.. Não plantaste novas sementes? -Plantei, mas não brotaram. Veio a larva e as devorou uma por uma. -Então não sabes, Jardineiro, que as larvas nascem do descuido? Os jardins são como os corações, necessitam de cuidados constantes... Se não forem regados com água do amor, se não os adubarmos com a seiva da virtude, não terão vigor para brotar, serão crestados pela larvas da cupidez, ganância e corrupção, tudo pela nossa imprevidência. -A terra parecia fértil e boa, mas enganou-me. Sempre a cultivei sem adubá-la. Foi a primeira vez que não me deu flores na primavera. Até os gerânios pereceram... -Jardeineiro, nós é que falhamos ao julgar pelas aparências. Não foi a terra que te enganou; ela deu-te aquilo que possuía... Antes de plantar é preciso revolver a terra, penetrá-la intimamente até onde alcarem as raízes do nosso bom-senso. Do contrário, será inútil todo esforço, e vã a sementeira. - O calor do verão tirou-me o ânimo de trabalhar a terra. Apenas semeei na superfície. Com isso, evitava também calejar as mãos. - O mesmo acontece aos corações, Jardineiro. Como podemos censurar-lhe erros e falhas, se não soubemos dizer não ao que acreditávamos justo e razoável, embora não fosse correto e direiro? Como colher gerânios na primavera, se não soubemos bem cultivar na época do plantio?... Se permitimos que as larvas, em sua voracidade e ignorância, destruíssem as sementes, que farás agora do teu jardim? -Voltarei a ele, mestre... Afastarei dos canteiros as larvas e ervas daninhas... Devolverei à terra a pureza e a benegnidade de quando a recebi, adubada pela sabedoria e experiência dos semeadores da Natureza. -Sim, Jardineiro... volta ao teu jardim. Cultiva-o com carinho e prudência, para que na próxima primavera tua colheita seja um poema de cores, perfume e luz, encantando a terra e os céus.
Se desejas aprender a lição da indulgência, observa o raio de sol... Dissipando a treva noturna, desce à Terra, cada dia, recapitulando, mil vezes, o mesmo ensinamento de serviço e de paz. Não indaga pelas sombras da furna. Não teme os vermes que se lhe associam. Não se queixa da corrente enfermiça que flui do despenhadeiro. Desce, contente e feliz, à intimidade do precipício, com a mesma radiação com que nutre fontes e flores. Aquece o sábio e o ignorante, o santo e o malfeitor, os justos e os injustos, os bons e os maus, com a mesma generosidade, dentro da qual assinala os cimos do Céu. Ampara a erva daninha e o bom grão, a árvore valiosa e o arbusto infeliz, com o mesmo carinho no qual se desdobra, claro e otimista, sobre lares e asilos, escolas e templos, hospitais e jardins. Se a nuvem lhe empana o caminho, espera que a nuvem se dissolva e torna a fulgurar. Se a tempestade agita o firmamento, aguarda a recuperação da harmonia e volta a missão do amor... Não te esqueças.
O mundo jaz repleto de obstáculos da incompreensão, de tormentos do ódio, temporais de lágrimas, provações e infortúnios... Aqui, em vales de sombra, medra, o escalracho da discórdia, ali, abre-se o abismo de aflitivas desilusões. Além, multiplicam-se cardos venenosos do orgulho e do exclusivismo, da penúria e da crueldade, e mais além, destacam se, agressivos e contundentes, largos espinheiros de intolerância... Não perguntes, porém, pelos impedimentos prováveis. Não relaciones as inquietações da marcha. Recorda, que o Cristo é o Sol de nossas vidas e sê para as sendas que te cercam o raio de sol infatigável no bem, espalhando em tua passagem o júbilo da esperança renascente, o dom imperecível da luz e a graça do perdão.
Aprendamos a entesourar os dons da vida, respeitando os ensinamentos que o mundo nos impõe, na certeza de que entre a humildade e o trabalho, alcançaremos, um dia, os cimos da Luz.
EMMANUEL (Do livro "Jóia", FCXavier)
Realização: Instituto André Luiz http://www.institutoandreluiz.org/
"Sede, pois, vós outros, perfeitos, como perfeito é o vosso Pai celestial." (Mateus: 5-48)
Como diretriz de segurança; qual dínamo pulsor do progresso, semelhante a resistência contra os desequilíbrios, o dever se encontra insculpido como fator preponderante em todo ser que pensa.
Desnatura-lo ao suborno da ilusão, conspurcá-lo em face de injunções constritoras, desconsiderá-lo ao império da anarquia é descer psiquicamente aos sub-niveis da humanização. . ...
Desertam homens porque lhes faltam os implementos da coragem, estimulados, dizem, pela preponderância da perturbação que grassa generalizada.
Angustiam-se outros, descoroçoados ante a vitória do desvalor e da astúcia contemplando os insucessos contínuos da honra e da honestidade.
Esmorecem os menos temperados na forja da fé porque fatores negativos da distrofia social se sobrepõem aos lídimos esforços da abnegação. . .
Equívocos, porém, não constituem regra; sempre são exceções às normas da mesma forma que as sombras não podem construir realidades, graças à própria essência de que se vitalizam.
O dever, inerente a todos os homens, é manifestação da Divina Lei, consubstanciando os objetivos da vida inteligente na Terra.
"O homem que cumpre o seu dever ama a Deus mais do que as criaturas a ama as criaturas mais de que a si mesmo."
Mesmo que na aparência estejas no lado errado, desincumbindo-te dos deveres que te dizem respeito, não te aflijas. Consciência é presença que ninguém conseguirá despojar-se.
Não importa que os outros desconheçam os erros que hajas cometido ou as ações nobres praticadas. . ... o essencial é que o saibas.
O engano passa, mas o dever retamente exercido fica.
A bruma se dilui, enquanto permanecem, a claridade e o sol como estados naturais da vida.
Descontrai-te, portanto, e atende aos teus deveres morais, atuante na comunidade em que vives com a alegria do semeador que antevê na semente submissa a glória do campo coroado de novos e abundantes grãos. [Joanna de Ângelis] [Divaldo Franco] [Convites da Vida] [Editora LEAL]
VINTE E DOIS TOQUES CONSCIENCIAIS (Ponderações Espiritualistas, Simples e Despretensiosas)
1. Tudo tem um duplo!
(A energia é a base de todas as coisas).
2. Emoções estagnadas bloqueiam a circulação sadia das energias.
(Má resolução afetiva = Bloqueios energéticos e Chacra cardíaco esmaecido).
3. As energias seguem os pensamentos.
(Cada um é o que pensa!)
4. Se a mágoa prende as energias, o oposto também é verdadeiro; o perdão libera as energias e faz o coração virar um sol.
(A compreensão enche a aura de luz).
5. Fios energéticos interligam as pessoas. Às vezes, espíritos densos se agarram nesses fios e interagem com as energias, conectando-se psiquicamente com aqueles que estão interligados. Muitas vezes, através dos acoplamentos áuricos negativos entre pessoas, espíritos densos interligam-se a elas e fazem um verdadeiro trampolim energético, pulando de uma para outra. O objetivo desse pessoal pesado é sempre o vampirismo psíquico e o rebaixamento espiritual de todos.
(Por isso o sábio Jesus ensinava que é preciso “orar e vigiar!”).
6. De que adianta uma vestimenta luxuosa, se, por dentro, o coração está miserável?
(A verdadeira roupa do Ser é sua aura, que reflete bem o que cada um pensa, sente e quer da vida e dos outros. Por isso, é essencial encher a aura de luz, diariamente, e lembrar-se da própria natureza espiritual).
7. Da mesma forma que é necessária e vital a higiene diária do corpo físico, assim também é em relação aos corpos sutis.
(Preces, meditações, mantras, contatos com a natureza, e estudos e práticas espirituais sadias renovam as energias dos corpos sutis e tornam a aura uma verdadeira “vestimenta de luz”).
8. Espíritos assediadores não ligam a mínima para a formação acadêmica de ninguém. Eles entram nas energias das pessoas por sintonia com o que elas pensam, sentem e fazem na vida. Não lhes interessa o diploma ou a cultura da vítima de seu vampirismo, pois sempre procuram nela o clima psíquico interno adequado para suas atividades nefandas.
(Esse é um paradoxo curioso: espíritos infelizes, sem formação alguma, conseguem infligir grandes danos psíquicos em técnicos e doutores de várias áreas humanas, simplesmente explorando neles o mais básico: suas emoções mal-resolvidas e seus pensamentos estranhos).
10. Outros paradoxos estranhos: médiuns com medo de espíritos desencarnados; iogues que trabalham com práticas respiratórias, mas que são escravos do fumo; doutrinadores de sessões de desobsessão, que sequer doutrinaram a si mesmos e jamais fazem o que dizem aos espíritos, principalmente perdoar a alguém; passistas, curadores prânicos e reikianos andando no mundo com os chacras das mãos apagados; projetores extrafísicos com medo das saídas do corpo; e espiritualistas variados que sempre falam de vida após a morte, mas não deixam de chorar e visitar tumbas no cemitério no dia de finados.
(E, mais um paradoxo, que nunca consegui entender: estudantes espirituais, de várias linhas, que estudam sobre carma e reencarnação, mas ainda padecem da doença do racismo e do preconceito em seus corações).
11. Ninguém é dono da verdade, mas tem gente que acha que sabe tudo!
E isso só revela o seguinte: dentro da magnitude da vida, em todos os níveis, planos e dimensões, quanto mais se estuda, mais dúvidas aparecem, pois se percebe, claramente, que o que se sabe é bem pouco diante do infinito. Logo, quem estuda a sério e com discernimento das coisas, descobre o óbvio: nunca saberá o bastante, nem em mil vidas...
Em contrapartida, pode descobrir a si mesmo e admirar-se com a grandeza da vida, e isso é mais importante do que os segredos do universo.
(Conhecer a si mesmo é o grande desafio do ser humano).
12. Alguém pode comprar o amor verdadeiro de outro? E que coisa da Terra poderá preencher o vazio existencial do coração?
(Nem bebida nem drogas são capazes de dar o que o próprio coração não descobriu: a arte de ser feliz).
13. Nenhum ser no universo pode dar discernimento a outro. Isso é tarefa íntima e intransferível. É fruto da própria experiência de ousar raciocinar e se erguer para além dos limites sensoriais e dos convencionalismos humanos. Não há nenhuma técnica de despertar da consciência que seja baseada na preguiça e no comodismo.
(Seres de luz podem dar toques conscienciais profundos, mas não podem viver a vida por ninguém).
14. A morte não muda ninguém, só joga a consciência definitivamente para fora do corpo físico, do jeitinho que ela é mesmo, com todas as suas qualidades e defeitos.
(Não, não é a morte que muda a consciência. É a vida. E quem já descobriu isso, não espera a morte chegar para pensar, pois valoriza o tempo de seu viver para aprender o que for possível).
15. A cor da pele dos corpos humanos pode ser amarela, negra, branca ou vermelha, mas a raça do espírito é da luz.
(Qual seria o povo escolhido de Deus, senão todos os seres vivos?).
16. Mais do que ocidental ou oriental, cada ser humano é filho das estrelas.
(Ninguém é estranho. Todo ser vivo é cidadão do universo!).
17. Dizem que “Deus escreve certo por linhas tortas”. Isso é verdade. Ele é muito criativo. Mas bem que o próprio homem poderia escrever melhor nas páginas de sua vida...
(Também dizem por aí que “pau que nasce torto, vive e morre torto”. Isso não é verdade. Uma das grandezas do homem é poder mudar as coisas e transcender os seus parâmetros limitados. Muitas pessoas mudam de vida e se erguem das cinzas de si mesmas, desentortando a própria consciência e melhorando suas jornadas de vida).
18. Amar não é só fantasiar, mas construir e realizar.
(Igual a uma plantinha, um relacionamento precisa ser regado com amor e atenção, senão seca e morre).
19. Envelhecer não é um problema, faz parte do jogo de viver na Terra. É natural.
Porém ver o tempo passar e somente ganhar rugas na cara, sem amadurecer, isso sim é encrenca!
(Há pessoas de idade com expressões joviais no rosto e cheias de vida e de interesse por coisas novas. Em contrapartida, há jovens com expressões envelhecidas e sem tesão de viver. Então, qual é a idade real de alguém? Aquela que se conta no corpo? Ou aquela outra, bem mais linda, que não se conta nas rugas ou nos cabelos brancos, mas no interesse pela vida e no sorriso franco, como a aurora iluminando a cara?
Ah, tem tanta gente de idade que parece criança arteira e, por isso, não parece ter idade alguma, a não ser aquela que sua consciência feliz diz.
E tem tanta gente, supostamente jovem, mais parecendo “fim de feira”, chupada e jogada de lado, sem sonhos e sem vida, só ganhando rugas e sem aurora na cara.
Quem é o velho? Quem é o novo?
Ou, melhor dizendo, quem tem brilho na cara?).
20. A melhor fogueira é a do discernimento, que queima as tolices de dentro do próprio coração.
(Talvez, por isso, Jesus tenha ensinado o seguinte: “De que vale a uma pessoa ganhar o mundo, se ela perder sua alma?”).
21. Séculos antes de Buda e Jesus, Krishna já ensinava que “o espírito é eterno, não nasce e nem morre, só entra e sai dos corpos perecíveis”.
(Será por isso que, toda vez que passo em frente a um cemitério e olho os grandes mausoléus, começo a rir e a lembrar-me de Krishna tocando sua flauta, namorando as gopis e dizendo para Arjuna, o seu discípulo-arqueiro?: “O espírito é imperecível! O fogo não pode queimá-lo; a água não pode molhá-lo; e que arma feita pelo homem poderia destruir o princípio imperecível, que veio da Luz do Infinito?”
22. A missão de todo homem é uma só: viver! E, se puder, fazer o melhor possível.
(Talvez, por isso, o grande sábio chinês Lao-Tzé ensinou o seguinte: “O sábio pode até andar vestido em andrajos, mas ele carrega uma jóia dentro do seu coração”).
P.S.: Escrevi esses toques conscienciais de forma despretensiosa e informal, de improviso mesmo, enquanto preparava o material de um curso aqui em casa. Fui escrevendo... E deu nisso!
Oxalá, os leitores possam peneirar algo bom nessas ponderações conscienciais.
E eu desejo que a cara de cada um vire sol, na aurora de um sorriso...
E que um Grande Amor possa preencher seus corações...
Compreensão e discernimento.
Amor e alegria.
Energias lindas na jornada.
Paz e Luz.
IPPB - Inst. Pesq. Projeciológicas e Bioenergéticas